Diario del proyecto Desafio da Natureza Urbana 2021: Brasília e Região, Brasil

11 de mayo de 2021

Desafio da Natureza Urbana 2021 - Brasília/RIDE - Agradecimento e algumas reflexões

Primeira observação do projeto

Philomycus flexuolaris (a confirmar)

Observado por @marianagouveia

31/04/2021 às 01:37






Caros,


mesmo nas condições atuais de restrições sanitárias, a contribuição de Brasília e RIDE no CNC 2021 foi um grande sucesso, especialmente pela participação de escoteiros do DF. Uma grata surpresa, tanto em número de observações quanto em identificações de espécies. Ainda assim, quero fazer algumas ponderações com um olho no futuro, afim de refletirmos sobre vários aspectos desta e de outras bioblitzes:


1. Foi ventilada em um grupo whatsapp do qual participo a criação de uma bioblitz brasileira, o que acho potencialmente muito interessante. Pessoalmente, gostaria que ela não venha a ter o caráter competitivo ainda presente nos Desafios da Natureza Urbana, o que faz com que ocorram observações superficiais de seres “ao gosto de todos” (icônicos) ou muito fáceis de serem encontrados, não contribuindo para a “documentação” mais extensa da biodiversidade existente. Claro que muitos apreciam um “ranking” mas, no caso das bioblitzes do iNat, apenas a quantidade de observações me parece muito pouco face à dimensão potencial da ciência cidadã. Explico: se o sistema de pontuação levasse em consideração outros critérios relevantes no processo mais abrangente de preservação da biodiversidade, poderíamos ver resultados mais interessantes na massa de dados coletada em cada localidade. Exemplos de pontuações que me ocorrem agora:

a) Observação de espécies raras ou ameaçadas;

b) Qualidade das fotos em termos de apresentação de caracteres relevantes para a identificação (dorsal, lateral, ventral, folhas frente-e-verso, flores, frutos – em função do organismo observado);

c) Quantidade de observações identificadas pelo próprio observador e confirmadas por curadores ou especialistas;

d) Descrição de interações entre espécies. Ex: lagartas se alimentando de determinada planta, em duas observações “ligadas”, e outras.


2. Considero importante angariar o máximo de apoio de instituições brasileiras (ICMBio, IBAMA, EMBRAPA, IBICT-Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, SBPC-Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, universidades públicas e privadas, ONGs, qualquer uma ou todas). Também creio ser importante descobrir/criar contatos em veículos de comunicação (TVs públicas e privadas, rádios, jornais) afim de, sistemática e periodicamente, difundirmos eventos e espaços de interesse, ações diversas (limpeza de áreas, mutirões para coleta de sementes, replantio de árvores, etc) e apresentação de resultados;


3. Penso que a criação de materiais de apoio (boletins descrevendo espécies em linguagem comum, técnicas de uso das ferramentas iNat, wikis, guias de campo, etc), em Português, seria de muito valor. Também considero importante conseguirmos a participação de professores que podem se tornar uma boa fonte de adesões para o iNat e para as bioblitzes. O iNat, através do seu fórum vem coletando contribuições sobre como os educadores (estadunidenses, neste caso) fazem uso das ferramentas iNat em salas de aula. Seria ótimo se desenvolvessemos ferramentas ajustadas à nossa realidade, não?


Por fim, agradeço a todos que contribuiram com o projeto, tendo aderido ou não, e deixo o convite para continuarem observando a natureza e participando da identificação dos organismos já observados, próprios ou de terceiros. Estou à disposição para auxiliar no que for possível e peço que façam os seus comentários (sugestões, críticas, dúvidas) aqui no projeto afim de mantermos uma memória para os próximos eventos.


Um abraço em todos.


Douglas



Última observação do projeto

Família Crassulaceae (a confirmar)

Observado por @joao_victor_souza

03/05/2021 às 23:19

Ingresado el 11 de mayo de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

04 de mayo de 2021

Identificando observações no iNaturalist (Windows)


Use os sinais > e < na linha de base para movimentar os slides.

Ingresado el 04 de mayo de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

25 de abril de 2021

Lagartas urticantes


Use os sinais "maior" e "menor" na linha de base para movimentar os slides.

Ingresado el 25 de abril de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

06 de abril de 2021

04 de abril de 2021

Lagartas de lepidópteros - Predação e defesa

Algumas referências bibliográficas, científicas ou não

Segundo o Dicionário Houaiss, o termo lagarta corresponde à “primeira fase dos insetos lepidópteros até a metamorfose em crisálida”. A wikipedida fornece algumas definições e explanações importantes, inclusive sobre os diversos mecanismos de defesa destes insetos, neste estágio de vida.

Em sua tese de doutorado, Neuza Aparecida Pereira da Silva avalia a Diversidade e variação na abundância de recursos e biologia de imaturos de Eumaeini (Lycaenidae, Theclinae) em plantas do Cerrado. No Capítulo II ela aponta que essas lagartas são solitárias, com o corpo sem cerdas longas ou pontiagudas, se alimentando de “botões, flores e eventualmente de folhas e frutos”, tendendo a se camuflarem na planta hospedeira. Algumas espécies apresentam comportamento de troca (simbiose) com formigas, consistindo basicamente no fornecimento, pelas lagartas, de “recompensas calóricas” em troca de proteção. Entre outras estratégias de defesa apresentadas por certas espécies nesta tribo, está a de saltar pendurando-se em um fio de seda. Um tipo de "bungee jumping" animal.

Outra pesquisadora egressa da UnB – Universidade de Brasília – é Cintia Lepesqueur, co-autora juntamente com Laura Braga, Ivone Diniz, Neuza Silva e Helena Morais, do livro Lagartas do Cerrado, um guia de campo obrigatório para interessados no assunto. O guia apresenta características, comportamentos, dietas, plantas hospedeiras, abundância relativa e distribuição temporal, além de fotos das fases larvais e adulta de 26 famílias de lepidópteros.

Entre as muitas táticas de defesa das lagartas, vale ressaltar, como curiosidade, a dos bichos-do-cesto (Psychidae) que se equivalem, de certo modo, a caranguejos-ermitões terrestes, mas que constroem o seu próprio abrigo com seda e fragmentos da planta onde se hospedam. Também merece destaque, por suas propiedades urticantes, as lagartas-cachorrinho (Megalopygidae), entre outras famílias, conforme consta do Manual de Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos da FUNASA – Fundação Nacional de Saúde/MS.

Identificando lagartas, pupas e ovos

Uma boa estratégia para se identificar lagartas corretamente é acessar a página de informações sobre taxa do iNat, especialmente se se sabe a qual grupo (superfamília, família, tribo ou gênero) o organismo pertence. Funciona para qualquer nível taxonômico mas taxas anteriores à “Família” podem retornar um volume de observações excessivo para uma boa comparação visual. Clique no símbolo “>” na barra inferior esquerda da imagem abaixo para ver outros slides.

Finalmente, o livro Mariposas Polinizadoras do Cerrado, de José Amabílio Camargo, publicado pelo EMBRAPA Cerrados, é fonte de informações preciosas sobre a família Sphingidae (adultos). Não consegui localizar pontos de venda mas pode-se baixá-lo em arquivo pdf.

Ingresado el 04 de abril de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

18 de marzo de 2021

Mimetismo e camuflagem em Mariposas

Mimetismo

Jadranka Rota e David L. Wagner conduziram um estudo (em inglês) que demonstra a ocorrência de mimetismo em mariposas do gênero Brenthia. O resumo do trabalho informa: “… relatamos evidências de um caso de mimetismo em que mariposas metalmark do gênero Brenthia imitam aranhas saltadoras, um de seus predadores. Em testes controlados, Brenthia teve taxas de sobrevivência mais altas do que outras mariposas de tamanho semelhante na presença de aranhas saltadoras e estas responderam à Brenthia com exibições territoriais, indicando que eram, às vezes, confundidas com aranhas saltadoras em vez de serem reconhecidas como presas...”

Um cientista brasileiro, Felipe Amorim, biólogo e professor de ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), propôs uma nova hipótese de mimetismo além das quatro aceitas atualmente.

Ele estudou a relação entre polinização no Cerrado e mariposas esfingídeas do gênero Aellopos (como esta A. Titan em foto de Carlos A. S. Correia). Felipe verificou a semelhança entre essas e beija-flores, especialmente do gênero Lophornis (na imagem, um L. Chalybeus fotografado por Ben Tavener), findando por publicar, em 2020, este artigo (em inglês). A nova hipótese seria, então, um tipo de mimetismo onde uma espécie imita uma outra sem relação direta com ela afim de se proteger dos seus predadores naturais (aves insetívoras, neste caso, que confundem a mariposa (reino Insecta) com outra ave (reino Animalia).

Existem muitos outros casos de mimetismo envolvendo alterações morfológicas externas em mariposas. Lagartas da espécie Eumorpha labruscae se parecem com cobras. Também já foi identificado um tipo de mimetismo acústico onde algumas espécies de mariposas-tigre desenvolveram a capacidade de “informar” a certos morcegos insetívoros que não são palatáveis.

Camuflagem

Por outro lado, um sem número de espécies de mariposas adotam a camuflagem como forma de proteção contra predadores. Muitas se parecem com troncos, galhos, folhas verdes ou secas. Algumas têm olhos desenhados nas asas o que as torna “parecidas” com corujas aos olhos dos seus predadores.

Comportamento evasivo

Muitas mariposas possuem o corportamento peculiar de fugir de predadores ou de perturbações ambientais voando e pousando na parte de baixo de folhas. As do gênero Herpetogramma, geralmente minúsculas, frequentam gramados de todo e qualquer jardim, sendo exímias em se esconder por trás das folhas estreitas das gramíneas

Abaixo alguns exemplares deste grupo taxonômico.

Ingresado el 18 de marzo de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

15 de marzo de 2021

Lepidópteros - Espécies miméticas ou visualmente similares

O iNaturalist tem um volume significativo de observações erroneamente identificadas. Como é uma comunidade composta por pessoas com variados graus de conhecimento e, também, por ser um sistema baseado principalmente em registros fotográficos, é frequente a ocorrência de tais erros. Adicionalmente, muitas espécies são morfologicamente parecidas e confundem os observadores e identificadores.

Uma outra causa vem do próprio software de reconhecimento “visual” do iNat (Inteligência Artificial) que não considera, ainda, a região geográfica da observação na filtragem das espécies de ocorrência potencial. O mecanismo de sugestão de espécies, além disso, quando “reconhece” algo, afirma “ter certeza” de ser um táxon determinado. Assim, é desejável que os usuários pesquisem no próprio iNat ou em fontes externas se a espécie sugerida realmente está presente no Estado ou no bioma onde o “ser” foi observado.

Entre os lepidópteros – e outros grupos taxonômicos - ocorrem muitos casos de aparente similaridade morfológica ou de mimetismo. Este último é uma estratégia evolutiva bem descrita por este artigo wikipedia.

Neste boletim apresentarei algumas espécies de ninfalídeos e papilionídeos que, em função de características morfológicas, confundem usuários com olhos “menos treinados”.

O título das imagens abaixo pode ser clicado e mostrará dados adicionais sobre a espécie na página do táxon no iNaturalist (mapa de distribuição, classificação taxonômica, outras espécies similares, etc). Altere o filtro da localidade e o mapa mostrará as observações na área selecionada. Clicando sobre a imagem, todas as observações existentes na base dados do iNaturalist para o Cerrado serão apresentadas, quer estejam em Grau de Pesquisa ou ainda necessitem de identificação/confirmação. Nos comparativos entre espécies, miméticas ou não, a abrangência geográfica poderá ser o Brasil, caso envolva espécies de biomas diferentes.

Para simplificar, considerarei os grupos seguintes como sendo de "padrão mimético", ainda que, rigorosamente falando, possam não ser formados por uma espécie "modelo" e uma ou mais borboletas "mímicas".

Espécies do padrão mimético "besckei"

Heliconius besckei

Distribuição: Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e em toda a Região Sul até o norte da Argentina.

Heliconius erato phyllis

Distribuição: desde o México até a Argentina.

Eresia lansdorfi

Distribuição: Brasil, nordeste da Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru.

Espécies do padrão mimético "ethilla"

Heliconius ethilla narcaea

Distribuição: entre Alagoas e o Rio Grande do Sul até o Paraguai.

Mechanitis polymnia casabranca

Distribuição: centro, sudeste e sul do Brasil.

Mechanitis lysimnia lysimnia

Distribuição: sul do México até o Uruguai.

Placidina euryanassa

Distribuição: sudeste do Brasil até o Uruguai e nordeste da Argentina.

Espécies do padrão mimético "Danaus"

Danaus erippus

Distribuição: Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia, Chile e sul do Peru.

Danaus gilippus

Distribuição: sul dos EUA, América Central, América do Sul, trópicos e regiões temperadas da África e Asia.

Danaus plexippus

Distribuição: Nativas da América do Norte e do Sul, têm ampla distribuição nas Américas e também foram reportadas na Nova Zelândia e Austrália. No Brasil estão presentes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Limenitis archippus

Distribuição: EUA e partes do Canadá e México.

Espécies do padrão mimético "Ithomiine"

Gênero Ithomia

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Oleria

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Aeria

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Napeogenes

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Siderone galanthis X Callicore sorana

Distribuição S. galanthis: Brasil, Colombia, Cuba, México, Hispaniola (Ilha de São Domingos), Suriname, Trinidade e Tobago.

Distribuição C. sorana: Caatinga, Cerrado e da Bolívia até a Argentina.

Papilio anchisiades X Parides anchises

Distribuição P. anchisiades: Desde o sul do Texas, EUA até a Argentina.

Distribuição P. anchises: Sul do México, Panamá, norte da Colômbia, do oeste da Venezuela até Trinidade descendo até o Brasil central e Paraguai.

Espécies Actinote

Gênero Actinote

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

O gênero Actinote tem várias espécies bastante similares entre si. Vale citar: A.pellenea, A. carycina, A. discrepans e A. melanisans, entre outras. Nem todas ocorrem no Cerrado mas, clicando na imagem abaixo, um quadro geral das espécies citadas será mostrado para o Brasil, permitindo a comparação entre elas. Não pude fazer isto diretamente neste artigo por falta de imagens próprias e/ou licenciadas por Creative Commons para as duas últimas espécies.

Actinote parapheles

Distribuição A. parapheles: Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Paraguai.

Actinote pellenea X Actinote carycina

Distribuição A. pellenea: Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Distribuição A. carycina: Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grand do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraguai e Argentina.

Vários padrões miméticos de outras famílias de Lepidópteros não foram apresentados aqui, inclusive em outros estágios de vida. No entanto, este artigo já está muito longo e, oportunamente, escreverei outros abordando Pieridae, Hesperidae, Nymphalidae e mariposas, além de lagartas.

Não sendo um especialista em nenhum dos assuntos aqui tratados, peço a colaboração da comunidade (críticas, sugestões, ideias, fontes, autorizações para uso de imagens, etc) para dar continuidade na escrita de artigos que possam, espero, auxiliar na identificação das espécies observadas.

Ingresado el 15 de marzo de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

24 de febrero de 2021

Rumos e Rotas da RIDE - Central de Informações


Este artigo reunirá informações potencialmente interessantes para os participantes do Desafio da Natureza Urbana 2021 – Brasília e Região. Pretende-se atualizá-lo sempre que se encontre uma nova fonte confiável de informações. Participantes do projeto estão convidados a informar, via comentários, de páginas relevantes para o grupo em qualquer dos municípios integrantes da RIDE/DF.


No momento, o artigo está centrado na identificação de informações sobre espaços naturais que possam ser visitados durante a bioblitz. São parques federais, estaduais e locais, espaços abertos, trilhas e hotspots de biodiversidade com acesso público autorizado.


Conteúdo atual

  • Unidades de Conservação Federais na RIDE
  • Unidades de Conservação Estaduais na RIDE
  • Parques e Unidades de Conservação no DF
  • Informações sobre os Municípios da RIDE

Unidades de Conservação Federais na RIDE

Unidades de Conservação Estaduais na RIDE

Parques e Unidades de Conservação no DF

A tabela abaixo contém links que fazem parte do site Eu amo o Cerrado e objetiva apenas ligar este artigo às páginas específica de cada parque no DF. Lá se pode encontrar diferentes informações sobre o parque em si, tais como: horário de funcionamento, estado de conservação, trilhas disponíveis, valor do ingresso e espécies animais avistadas no local.

Como são muitos - mas não o bastante - lembramos que a melhor forma de localizar um específico que queira visitar é digitando CTRL+F (Windows) ou (CMD+F no IOS) e informando o que você procura (pode ser que o argumento da pesquisa ocorra mais de uma vez na página).


Nome do parque Nome do parque
Área de Relevante Interesse Ecológico Cachoeira do Pipiripau Área de Relevante Interesse Ecológico Granja do Ipê
Centro de Lazer e Cultural Viva Sobradinho Estação Ecológica Águas Emendadas – Esecae
Floresta Distrital dos Pinheiros Jardim Botânico de Brasília
Parque Ambiental Colégio Agrícola de Brasília Parque Bosque dos Constituíntes (Uso Múltiplo)
Parque Bosque dos Tribunais (Uso Múltiplo) Parque Burle Marx
Parque da Asa Sul (Uso Múltiplo) Parque das Aves (Uso Múltiplo)
Parque da Cidade Parque das Corujas (Uso Múltiplo)
Parque da Vila Estrutural (Uso Múltiplo) Parque da Vila Planalto (Uso Múltiplo)
Parque das Esculturas (Uso Múltiplo) Parque das Sucupiras (Uso Múltiplo)
Parque de Taguatinga (Uso Múltiplo) Parque Denner (Uso Múltiplo)
Parque Distrital Boca da Mata Parque Distrital Copaíbas
Parque Distrital dos Pequizeiros Parque Distrital Recanto das Emas
Parque Distrital do Retirinho Parque Distrital Salto do Tororó
Parque Ecológico Areal Parque do Lago Norte (Uso Múltiplo)
Parque do Núcleo Bandeirante (Uso Múltiplo) Parque do Paranoá
Parque do Setor “O” (Uso Múltiplo) Parque dos Eucaliptos (Uso Múltiplo)
Parque dos Jequitibás Parque Ecológico Areal
Parque Ecológico Cachoeirinha Parque Ecológico da Enseada Norte
Parque Ecológico da Ermida Dom Bosco Parque Ecológico da Garça Branca
Parque Ecológico das Garças Parque Ecológico de Águas Claras
Parque Ecológico de Santa Maria Parque Ecológico de São Sebastião
Parque Ecológico do Anfiteatro Natural Parque Ecológico do Catetinho
Parque Ecológico do DER Parque Ecológico do Descoberto
Parque Ecológico do Gama Parque Recreativo do Gama (Prainha)
Parque Ecológico do Rasgado Parque Ecológico do Riacho Fundo
Parque Ecológico e Vivencial da Candangolândia Parque Ecológico e Vivencial de Sobradinho (Córrego da Onça)
Parque Ecológico Ezechias Heringer Parque Ecológico Irmão Afonso Hauss
Parque Ecológico Península Sul Parque Ecológico Ponte Alta do Gama
Parque Ecológico Saburo Onoyama Parque Ecológico Sementes do Itapoã
Parque Ecológico do Tororó Parque Ecológico Ollhos d'água
Parque Ecológico Veredinha Parque Ecológico Três Meninas
Parque Ecológico Varjão-Taquari Parque Ecológico Vila Varjão
Parque Recreativo Sucupira Parque Urbano do Sudoeste
Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema Refúgio de Vida Silvestre Canjerana
Refúgio da Vida Silvestre Gatumé Refúgio de Vida Silvestre Lagoa Joaquim de Medeiros
Refúgio de Vida Silvestre Mestre d’Armas Refúgio da Vida Silvestre Morro do Careca
Refúgio de Vida Silvestre Vale do Amanhecer Taguaparque (Uso Múltiplo)

Informações sobre os Municípios da RIDE

Todos os links abaixo se referem a páginas wikepedia e, em vários casos, são apenas descrições superficiais do município. Caso alguém conheça sites mais apropriados, por favor nos informe na área de comentários para fazermos a substituição do link. Espera-se que a página sugerida contenha informações pertinentes ao propósito de se observar a natureza, sendo isenta de posicionamentos político-partidário, religiosos e/ou comerciais.




Município Município
Abadiânia (GO) Água Fria de Goiás (GO)
Alexânia (GO) Alto Paraíso de Goiás (GO)
Alvorada do Norte (GO) Arinos (MG)
Barro Alto (GO) Buritis (MG)
Cabeceiras (GO) Cabeceira Grande (MG)
Cavalcante (GO) Cidade Ocidental (GO)
Cocalzinho de Goiás (GO) Corumbá de Goiás (GO)
Cristalina (GO) Formosa (GO)
Goianésia (GO) Luziânia (GO)
Mimoso de Goiás (GO) Niquelândia (GO)
Novo Gama (GO) Padre Bernardo (GO)
Pirenópolis (GO) Planaltina (GO)
Santo Antônio do Descoberto (GO) Planaltina (GO)
São João d’Aliança (GO) Simolândia (GO)
Unaí (MG) Valparaíso de Goiás (GO)
Vila Boa Vila Propício



Boletim anterior: Formatação de textos – Text Markdown Language

Próximos boletins (quem aderir receberá na aba de notícias do aplicativo)

  • Postando observações
  • Explorando observações
  • Organismos (o que são e como contá-los)?
  • Identificando observações
  • Guia de Campo: Borboletas e Mariposas
  • Guia de Campo: Plantas
  • Guia de Campo: Aves
  • ...

Ingresado el 24 de febrero de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

17 de febrero de 2021

Desafio Mundial da Natureza Urbana 2021 - Brasília/DF e RIDE


RIDE/DF – Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno


Nós, da organização do Desafio da Natureza Urbana 2021 – Brasília e Região, o convidamos a participar e contribuir para a ciência cidadã com as suas observações de espécies da vida selvagem no DF, especialmente no período acima indicado. Este Desafio é parte de uma iniciativa patrocinada e organizada pela California Academy of Sciences, EUA, em nível mundial, através da plataforma iNaturalist.org. A plataforma, por sua vez, é uma iniciativa conjunta da CAS e da National Geographic Society.


O que é o Desafio Mundial da Natureza Urbana 2021?


É uma bioblitz. “Bio” significa vida e “blitz” fazer algo rápido e intensivamente. Tem como objetivo encontrar e identificar o maior número possível de espécies, numa área específica, em um curto período de tempo, funcionando como um inventário biológico. Propicia a aproximação das pessoas ao ambiente natural que as cerca como forma de engajá-las nos muitos processos possíveis para preservação do meio ambiente e sua biodiversidade. De modo prático, é uma saudável “competição” entre cidades e regiões de todo o planeta visando coletar evidências da presença do maior número possível de espécies selvagens, nativas ou não, em cada localidade participante. O desafio de 2021 será o sexto a ser realizado e, no de 2020, alcançou um total de 815.258 observações realizadas por 41.165 pessoas em 244 projetos. Foram identificadas 32.600 espécies distintas neste esforço mundial. O DF ficou em 24o. lugar pela quantidade de observações, com a participação de 58 pessoas e registrou 437 espécies. As informações de 2020 estão aqui, em inglês,


Como participar?


Fazendo observações (fotos e sons) entre 30 de Abril e 03 de Maio de 2021 (primeira fase). A segunda fase (carga das observações) terminará em 09 de Maio. Apenas pessoas que aderirem ao projeto participarão do desafio. Para aderir, clique no link abaixo para acessar o projeto e, após, no botão “Participe”:


Desafio da Natureza Urbana 2021: Brasília e Região




Com a sua adesão, todos os boletins publicados antes, durante e depois do Desafio, serão enviados automaticamente para a aba “Notícias” na app do celular e no “Painel de controle” da homepage no computador. A qualquer tempo você poderá tirar dúvidas, propor ou informar qualquer assunto do seu interesse na área de comentários deste e dos próximos boletins.


Por que recebi uma notificação me convidando para ler este boletim?


Porque, em primeiro lugar, você está ou esteve ativo no iNat, na área geográfica de abrangência do projeto. Ou seja, você já demonstrou interesse no levantamento da biodiversidade na sua região. A adesão permitirá que você tenha acesso aos boletins informativos que, idealmente, irão se tornar um tipo de mural e orientar com relação a etiqueta on-line, características físicas relevantes das espécies, fontes de informações taxonômicas e científicas, guias de campo e dados sobre os parques locais, estaduais e nacionais. É nossa expectativa que a comunidade crie grupos de interesses comuns (observadores de aves, estudantes, escoteiros, ciclistas, fotógrafos e outros) , virtuais ou não – neste caso com observância das regras para atividades em espaços abertos. Também desejamos a participação de todos na divulgação e promoção do projeto bem como a obtenção de novas adesões para o iNaturalist. Se estiver lendo este boletim em um computador, aproveite e copie o link acima e envie para pessoas do seu relacionamento que possam se interessar em participar. Desde já, agradecemos.


Se você não estará na área geográfica de abrangência deste projeto entre 30 de Abril e 3 de Maio, verifique em qual dos seguintes você poderá contribuir com suas observações da natureza.


CNC Rio Branco e leste do Acre 2021
City Nature Challenge 2021: Grande Curitiba, Brasil
City Nature Challenge 2021: São Paulo e Região Metropolitana
Desafio da Natureza Urbana 2021: Baía de Guanabara, RJ
Desafio da Natureza Urbana 2021: Manaus e Região Metropolitana
Desafio da Natureza Urbana 2021: Porto Alegre, RS Brasil


Mas, e se a pandemia (COVID-19) ainda não estiver resolvida?


Temos, no meio urbano, inúmeros vizinhos selvagens não-cativos e não-cultivados. Uma borboleta que pousa na vidraça do apartamento ou escritório, mariposas atraídas por uma lâmpada no pilotis do prédio, uma coruja-buraqueira que fez ninho junto a uma calçada, insetos esmagados no para-brisas do carro. Plantas nativas não-cultivadas e cogumelos são excelentes candidatos. Certamente estarão invadindo uma área menos cuidada de um jardim público. Parques urbanos, se abertos, serão ótimos para a observação de aves diversas e outros animais, desde que estejam abertos e que se obedeça as restrições de contato social em vigor. Também são válidas observações de evidências da existência de um ser como, por exemplo, rastros, ninhos, penas, caixas abandonadas de marimbondos e vespas, flores e frutos caídos, etc.


Como as minhas observações serão identificadas?


A comunidade mundial dos iNaturalistas é composta por cientistas-cidadãos – observadores de modo geral – mas, também, por um sem número de cientistas e especialistas em todas as áreas de conhecimento. São botânicos, biólogos, zoólogos, professores de ciências e ecologistas das mais diversas especialidades. No período de 04 a 09 de Maio de 2021 todos estarão prontos para auxiliar na melhor identificação taxonômica possível para todas as observações feitas em todo o mundo. As interações e trocas entre você e a comunidade é feita diretamente, via comentários e sugestões de identificação na própria observação.


Não quero receber os boletins. O que faço?


Se você já aderiu e não deseja mesmo participar do projeto, basta clicar no botão apropriado (Sair). iNaturalistas que já tenham aderido podem optar por não receber boletins na página do projeto clicando em "Sua filiação".


Ingresado el 17 de febrero de 2021 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 1 comentario | Deja un comentario

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